A história do CerneLívia Prado Andrade
Fisioterapeuta · CREFITO-4 112947-F · fundadora
Passei 14 anos atendendo gente com dor nas costas. No começo eu achava que o problema estava na coluna e que a aula certa resolvia. Com o tempo, passei a notar o padrão: a dor piorava na semana de entrega no trabalho, no mês de sono ruim, na fase em que a pessoa almoçava em pé.
Uma contadora de 43 anos chegava toda segunda com a lombar travada. Ela fazia tudo o que eu pedia nas aulas. Quando pedi que me contasse como era o domingo à noite, a conversa foi parar no sono, na ansiedade com a semana e no jantar às 23h. A aula não estava errada, mas faltava metade da história.
Comecei a encaminhar. Para uma nutricionista, para uma psicóloga, de volta para mim. Dava certo quando a pessoa conseguia marcar as três, e quase nunca conseguia: três endereços, três agendas, três vezes contar tudo do começo. Cansava mais do que ajudava.
Foi assim que nasceu o Cerne, na Rua Professor Moraes, nos Funcionários. O nome vem do centro do tronco, onde ficam os anéis de crescimento: o cuidado cresce de dentro para fora, em camadas. A avaliação integrada de 60 minutos junta a mim e à nutricionista na mesma conversa, para você contar uma vez só e sair com um plano escrito.
A psicologia ficou de fora dessa conversa de propósito. O que se fala na terapia é sigiloso, e as áreas só trocam informação se você autorizar por escrito. Ninguém aqui é obrigado a fazer as três coisas. Às vezes o plano é só uma aula por semana, e está bom assim.
Atende às segundas, quartas e sextas, das 7h às 11h. Ver horários da Lívia